O tempo.

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O Tempo

Uma cerimônia sagrada da civilização ocidental foi adiada para o ano: Os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, agora são os de Tóquio 2021.

Valores fundamentais para a civilização ocidental são reafirmados a cada 4 anos, nos grandiosos jogos.

O tempo acelerado de nossa época é um deles. E nenhum evento traduz tão bem essa nossa pressa, quanto os 100 m rasos masculinos.

O 100 m de Usain Bolt, Carl Lewis, Valery Borzov, Ben Jonson, simbolizam rapidez, eficácia, capacidade produtiva – por excelência.
Sobretudo, simboliza a ampliação dos “domínios da civilização ocidental sobre o Tempo”.
Com algo de pertencimento semântico com “salvar o planeta”, ou com o Professor Xavier, dos Mutantes (filme norte-americano, e não grupo de rock nacional – esse caiu dos céus…).

Fazer mais coisas em menos tempo, elevar a capacidade de produção da riqueza de nossa civilização, e portanto, de acumulação, no axioma:
“Time is Money” = 9’58’’ / 100m rasos ( Camiseta vendida em país do primeiro mundo, país desenvolvido, ou G7, OCDE sendo mais democrático).

E a precisão dos cronômetros olímpicos é irrefutável, 100 vezes mais precisos que um cronômetro normal de loja esportiva.

O tempo é absoluto hoje em dia, em qualquer lugar do planeta.

Um bom relógio marcará exatamente a mesma hora no deserto do Sahara, em Ipanema, no Alaska. Independentemente das condições de temperatura e pressão, ou forças gravitacionais, nossos relógios dominam a variável tempo: a fixaram.

Mas, porém, … tanto na física subatômica ( das partícula dos átomos) , quanto na astrofísica ( dos planetas, galáxias, buracos negros), o tempo não pode ser mensurado por cronômetros, de forma fixa, por intervalos fixos, como o tic-tac do relógio.

Ou seja, nesses dois casos, 1 segundo pode ser mais longo ou mais curto do que 1 segundo. Na física quântica o tempo é variável, não é sempre o mesmo, ele se alonga e se encolhe.

Como diria o personagem do Auto da Compadecida: “Não sei, só sei que é assim!”

Muito estranho!..
E, frente a isso, daria para pensar, que os cronômetros 100 vezes mais precisos, utilizados nos Jogos, estão nos enganando a todos!!

Não, não estão não.
Não é preciso se preocupar, os cronômetros olímpicos,  eles estão completamente de acordo com o comprimento de onda da biosfera. Precisos, perfeitos para nosso intervalo de tempo de vida, para as condições de temperatura e pressão aqui na Terrinha.

É que tudo fica um pouco estranho, sem sentido, quando visto do espaço.

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Psicólogo Marcelo Prahas

Psicólogo do esporte, formado em psicologia clínica na Universidade de São Paulo. Atleta olímpico Marcelo Moreira Palma. titular de um Osho Center/Meditação. Trabalhando com psicologia do esporte, psicoterapia e técnicas de meditação.

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